DEUS NOS AMA

A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO. (Lc15:11-24.)

Deus vai ao encontro daquele que está perdido. Assim como um pastor vai em busca da ovelha que se perdeu (Lc15:4), assim como uma mulher que perdendo uma de suas dracmas não mediu esforços para encontrá-la. (Lc15:8)

A parábola do filho pródigo revela muito o que é o coração do homem. O filho tinha o melhor e estava bem na presença do pai, mas talvez por uma inquietação, descontentamento e um desejo de independência resolveu por conta própria sair dessa presença. (Lc 15:13)

Presença essa que podemos considerar como a graça e proteção de Deus para as nossas vidas. Estar fora dela conduz o coração assolado do homem á uma necessidade, a lugares e condições antes jamais imaginados atingir, há um vazio que só pode ser preenchido novamente pela graça de Deus. (Lc 15:14-16)

O homem não foi criado para viver prostrado e caído, mas o pecado o coloca em uma posição de humilhação e tristeza. Muitas vezes situações criadas através das mentiras do próprio diabo.

Mas como está no versículo 17, o filho pródigo caiu em si e se lembrou de quem ele era e onde se encontrava agora. Levantou-se arrependido e deu o primeiro passo de volta á casa do pai. Posicionamento de um coração contrito e quebrantado.

Cair em si é entender o que Jesus fez pelas nossas vidas. Nos mudando e transformando em novas criaturas. Trazendo de volta a alegria plena e nos dando um lugar de júbilo. Entendendo que não há mais condenação para os que estão em Cristo Jesus. (Rm 8:1)

A maior demonstração de amor do pai está a partir do versículo 20. O pai o enxerga e o reconhece de longe. Corre em sua direção. Há compaixão pelo filho que agora está de volta, ao lugar mais seguro que existe: os braços do pai. Recebido com a melhor roupa, um anel e sandálias. Aquele que estava morto e reviveu, tinha se perdido e foi achado. Existem motivos para festejar. (Lc15:24)

A parábola é uma referência para aqueles que conheceram e estavam na presença de Deus, mas por algum motivo não se encontram mais e também para aqueles que nunca estiveram. Assim também é conosco. Quando entregamos nossa vida a Jesus, Ele coloca sobre nós Sua melhor roupa (graça e proteção). Coloca um anel em nosso dedo (restituição e autoridade do Pai). Calça sandálias em nossos pés nos dando estrutura e nos tirando da condição de escravos.

Deus nos ama incondicionalmente. Ele nos deu Seu próprio Filho (Jo 3:16). A alegria faz parte daqueles que encontraram Jesus, e não dependemos das circunstâncias para sermos alegres. Nossas atitudes devem nos levar a Deus, sem julgamentos e justificativas. Jesus muda nossa história e nos restitui tudo aquilo que o diabo roubou.

Quanto está o termômetro da sua alegria?

 

Pr. Aguinaldo Américo

 

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